ILUSKA LOPES -
A nota divulgada pela oposição, no sábado (10), defendendo que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se afastasse do cargo de presidente da Câmara foi “um erro, uma besteira. Não acrescentou nada e só criou dificuldade para o nosso lado”, diz o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), um dos líderes do movimento pró-impeachment de Dilma Rousseff.
A nota divulgada pela oposição, no sábado (10), defendendo que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se afastasse do cargo de presidente da Câmara foi “um erro, uma besteira. Não acrescentou nada e só criou dificuldade para o nosso lado”, diz o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), um dos líderes do movimento pró-impeachment de Dilma Rousseff.
O texto foi assinado por PSDB, DEM, PPS, PSB e até pelo Solidariedade, do próprio Paulinho. As legendas já tinham combinado com Cunha uma forma de fazer o processo de impeachment contra Dilma Rousseff andar na Câmara, mas a iniciativa estaria colocando o plano em risco.
“O Eduardo ficou puto”, diz Paulinho. “Agora temos que consertar a merda que fizemos.”
Ele diz que a reação do presidente da Câmara o assustou. “Eu achei que tínhamos jogado a criança fora junto com a água, fiquei com essa impressão”, diz.
O deputado, no entanto, acha que ainda há tempo de reparar o erro, já que Cunha estaria chateado mas não a ponto de romper com a oposição. “Vamos fazer uma reunião, vamos ver como consertar isso.”
Paulinho credita “o problema” ao PSDB, “que tem medo da opinião pública”.
PONTE DESABA EM DUQUE DE CAXIAS
Ao menos 11 pessoas ficaram feridas ontem na queda de uma ponte de madeira na Avenida Presidente Kennedy, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ponte não aguentou o peso da circulação de peregrinos em direção à Igreja do Pilar para a missa das 7 horas em comemoração ao dia de Nossa Senhora Aparecida.
Segundo testemunhas, pelo menos 30 pessoas caíram no Rio do Pilar. Os feridos mais graves foram levados para o hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, e os outros foram encaminhados para o Hospital Municipal Doutor Moacyr Rodrigues do Carmo, na Rodovia Washignton Luiz.
Uma mulher de 73 anos é uma das pessoas em estado mais grave. A ponte foi construída por causa de uma obra de duplicação da Avenida Presidente Kennedy, uma das principais do município. O prefeito (?) e médico (?) Alexandre Cardoso sabia do perigo que essa ponte representava para os contribuintes e eleitores de Duque de Caxias? Certamente não!
*Informações do Correio do Brasil e DCM.



