EMANUEL CANCELLA -
A palavra de ordem de norte a sul e de leste a oeste foi “Bolsonaro VTNC”. Foi a resposta do povão a Bolsonaro pela reforma trabalhista, da previdência, a PEC da morte e a retirada dos oito reais no reajuste do salario mínimo.
Como também ao Queiroz e aos laranjal do PSL, partido do presidente.
Moro estava na rua, nos blocos, como o protetor do laranjal.
As meninas, em vários blocos, com o adesivo: “Me beija eu não votei no Bolsonaro”.
A vitória da Mangueira com Marielle e a Paraíso do Tuiuti, como Lula salvador da Pátria, da Sapucaí para o mundo.
Gente, o movimento partidário, social e sindical não está conseguindo encher uma Kombi, nossa moral lá embaixo, e vem o carnaval lavar nossa alma.
Nossos ídolos e desafetos estavam presentes no carnaval. Marille Franco nunca morrerá e Lula, mais livre do que nunca, e Bolsonaro com o VTNC.
“Mermão”, o negócio foi tão poderoso que Bolsonaro chamou os militares. Parece aquele guri que leva cascudo na rua e chama o pai.
No ano passado, para mostrar que não temos preconceito com militares eu, enquanto petroleiro, e o advogado André de Paula, da Fist, estivemos neste mesmo quartel de fuzileiros navais para prestar solidariedade ao Almirante Othon Pinheiro, que estava preso pela Lava Jato, porque construía o submarino atômico cuja principal função é defender o pré-sal, que hoje Bolsonaro está entregando (2).
Bolsonaro insiste em jogar os militares na lama. Tentou com a fracassada invasão da Venezuela, para ajudar Donald Trump a roubar o petróleo venezuelano, e agora dizendo que a democracia só existe quando as Forças Armadas permitem (1).
E o Bolsonaro do VTNC, na posse, jurou respeitar a Constituição Federal. Esperamos que as Forças Armadas respeitem!
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