Via Opera Mundi -
Ataques deixaram dezenas de mortes e centenas feridos; grupos
extremistas já reivindicaram autoria; não há indícios de que os
episódios tenham relação entre si.
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| Ataque no Kuwait foi reivindicado por um grupo ligado ao Estado Islâmico. |
Pelo menos quatro atentados aconteceram pelo mundo em um curto espaço de
tempo nesta sexta-feira (26/06). França, Tunísia, Kuwait e Somália foram
alvos de ataques que não parecem ter vínculos entre si.
No leste da França,
uma pessoa foi encontrada decapitada e ao menos duas ficaram feridas em
um ataque que resultou em um incêndio na usina de gás da multinacional
Air Products.
O principal suspeito é Yassin Salhi, de 35 anos. Apesar de ter sido vinculado a movimentos salafistas e vigiado pelos serviços de inteligência de 2006 a 2008, ele não tinha antecedentes criminais e trabalhava na fábrica do atentado. Segundo a imprensa francesa, o homem decapitado é um empresário que seria chefe de Salhi na companhia.
O principal suspeito é Yassin Salhi, de 35 anos. Apesar de ter sido vinculado a movimentos salafistas e vigiado pelos serviços de inteligência de 2006 a 2008, ele não tinha antecedentes criminais e trabalhava na fábrica do atentado. Segundo a imprensa francesa, o homem decapitado é um empresário que seria chefe de Salhi na companhia.
Já na Tunísia, ao menos 28 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas após dois homens atirarem contra hóspedes de dois hotéis em um balneário frequentado por estrangeiros. Segundo o Ministério de Saúde do país, entre as vítimas estão britânicos, alemães, belgas e uma irlandesa.
No Kuait, o grupo jihadista Estado Islâmico assumiu a autoria de um atentado realizado contra uma mesquita xiita na capital do Kuwait, que deixou ao menos 25 mortos e 202 feridos, informou o ministério do Interior do país.. O grupo extremista acusa os xiitas de promover o politeísmo e de tentar propagar sua ideologia entre os sunitas.
Por sua vez, a Somália foi alvo de um ataque reivindicado pela milícia islamita Al Shabaab contra uma base da Amisom (Missão da União Africana na Somália). Em comunicado, o grupo terrorista diz que o número de mortos foi de 50, mas o governo ainda não se pronunciou sobre a quantidade de vítimas.



