DANIEL MAZOLA -
Na política tudo pode mudar muito rapidamente, e o mar não anda nada calmo para o Planalto. Dona Dilma Rousseff e o chefão Lula seguem com náuseas e enjoos no oceano bravio e cheio de surpresas do Poder. A nova tempestade está muito próxima do barco presidencial e da cúpula petista. Chegou ao conhecimento do Planalto através de informantes que uma equipe de um delegado pertencente a uma banda antigovernista da PF, (com atuação consistente em combate à corrupção e lavagem de dinheiro), ameaça abrir um procedimento investigatório para acompanhar suspeitas de crimes na evolução patrimonial incompatível com a renda declarada à Receita Federal de um personagem ligadíssimo a Lula. A fortuna familiar do investigável é estimada em US$ 4 bilhões 770 milhões de dólares.
Na política tudo pode mudar muito rapidamente, e o mar não anda nada calmo para o Planalto. Dona Dilma Rousseff e o chefão Lula seguem com náuseas e enjoos no oceano bravio e cheio de surpresas do Poder. A nova tempestade está muito próxima do barco presidencial e da cúpula petista. Chegou ao conhecimento do Planalto através de informantes que uma equipe de um delegado pertencente a uma banda antigovernista da PF, (com atuação consistente em combate à corrupção e lavagem de dinheiro), ameaça abrir um procedimento investigatório para acompanhar suspeitas de crimes na evolução patrimonial incompatível com a renda declarada à Receita Federal de um personagem ligadíssimo a Lula. A fortuna familiar do investigável é estimada em US$ 4 bilhões 770 milhões de dólares.
Antes que alguém tire conclusões
precipitadas, uma advertência. O alvo dessas investigações não será o
empresário espertalhão Eike Batista. Mas vale reafirmar que a atuação de Eike
no mercado de capitais, por causa dos problemas na petrolífera OGX, já é
investigada pela Polícia Federal, o Ministério Público e, por ações de
investidores prejudicados, também com a Justiça.
A Polícia Federal está prestes a investigar
um próspero negociante, dos maiores pecuaristas do Brasil, dizem
que o patrimônio dele é impressionante. Usando “laranjas” (familiares, amigos
pessoais e empresários parceiros), o alvo da PF é o tal ricaço. Em três
fazendas (ficam em São José do Rio Preto e Botucatu e no Mato Grosso), em
sociedade com um famoso cantor romântico, o investigável cuida de 4 milhões
e 800 mil cabeças de gado. Também ostenta dois jatos (cada um avaliado em US$ 8
milhões). As aeronaves operaram em nome de empreiteiras amigas, para chamar menos
a atenção, como se isso fosse possível, pelas tantas viagens que faz pelo
Brasil e para paraísos fiscais, principalmente o Panamá.
Falam também em participações em
seis grandes hotéis (três no Distrito Federal, dois em Recife e um resort na
Bahia). O agora alvo da PF (e provavelmente da Receita e da Justiça Federal)
fez muitos investimentos em imóveis, o que chama a atenção e acaba facilmente
rastreado. Tem um prédio avaliado em US$ 12 milhões e um terreno gigantesco, em
áreas valorizadas na Zona Sul de São Paulo. Empenhou muita grana na construção
de lucrativos mini-shoppings, onde fatura alto com aluguéis. Também injetou
dinheiro em uma incorporadora e numa empreiteira que atua na região do Grande
ABC.
Chama atenção que o investigável
seja detentor de lotes de 650 mil ações preferenciais da Petrobras, em baixa no
mercado. Além de muitas ações da Vale e Usiminas, o investidor também tem 10%
de participação em uma grande companhia aérea e 20% de uma poderosa empresa de
telecomunicações. Também tem ações de um grande grupo universitário em São
Paulo, e uma lucrativa participação na Ambev. Em função da criação bovina, é
acionista minoritário de vários frigoríficos.
O sortudo empreendedor conseguiu uma
representação para negociar jatos da Embraer na França, no Canadá e nos EUA.
Além das aplicações na hotelaria nacional, junto com outro brasileiro, controla
um hotel na França. Para facilitar os negócios, tem um apartamento em seu nome
em Paris, a partir de onde opera suas contas correntes na Europa. O empresário
brasileiro transita facilmente pela Itália, onde tem cidadania.
A possível chegada deste furacão em
mar eleitoral, caso se confirme, tende a superar, em impacto político negativo
para o PT, o Mensalão. Também deve causar mais estrago que outras broncas que
também chegaram próximas, mas ainda não afetaram Lula, como a Operação Porto
Seguro, que rende um processo, que corre em estranho sigilo, contra a ex-chefe
do gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa Noronha,
amiga a apadrinhada e ex-assessora de confiança do ex-presidente.
O principal evento do Brasil em 2014
(muitos despolitizados acreditam que é a Copa do Mundo), a eleição presidencial
promete ser um abatedouro de políticos. Não tarda para pipocarem os dossiês que
vão alimentar a guerra suja pelo maior cargo do país. O tsunami dos dossiês
está próximo. E como Dilma (ou Lula), Aécio, Campos (e Marina) poderão se
proteger, estarão completamente vulneráveis a força dos fatos.
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=S6ZGrC24ic8
Nas ruas de Copacabana, no Rio de Janeiro, um vídeo do jornal A Nova Democracia flagrou o momento em que uma jornalista da Rede Globo foi rechaçada enquanto se preparava para falar do protesto contra a política de pacificação que ocorria em frente ao cemitério São João Batista, local onde foram enterrados os jovens Edilson da Silva e o dançarino Douglas Rafael, o DG. Moradores acusam policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) como autores dos homicídios.
A morte do dançarino do programa ‘Esquenta’, da Tv Globo, encontrado morto na última terça-feira (22) em uma creche do Morro Pavão-Pavãozinho, na zona sul do Rio, causou muita indignação contra a mídia corporativa, mas principalmente a Televisão da família Marinho. As primeiras informações da Tv Globo falavam que DG havia morrido decorrente de uma queda. Mas a farsa caiu logo, já sabemos que o cidadão Edilson da Silva dos Santos, de 27 anos, o DG foi baleado com um tiro na cabeça e chegou morto no hospital. O que falar dessa polícia e da cobertura jornalística?
“Rolezinho”
no Edise denuncia ataques aos aposentados e anistiados petroleiros
Petroleiros
realizaram nesta sexta, 25 de abril, o terceiro "rolezinho" no
Edifício Sede da Petrobrás, no centro do Rio de Janeiro. Sindipetro-RJ e FNP
promoveram esse protesto para pressionar a Petrobrás a garantir os direitos dos
aposentados e dos anistiados petroleiros. Em meio à polêmica em torno da
criação da CPI da Petrobrás, o ato também exigiu punição aos corruptos, mas
também reforçou a necessidade de reconhecer o papel estratégico da companhia
que surgiu da mobilização popular e defende o fortalecimento da Petrobrás 100%
pública e estatal.
A
manifestação contou com palavras de ordem, faixas de denúncia e animação da
banda do Seu Jorge. Os “rolezinhos” acontecerão toda última sexta-feira de cada
mês. De acordo com o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, os aposentados
e anistiados são vítimas de uma discriminação sistemática por parte da direção
da empresa que ignora todo o esforço dos trabalhadores que fizeram da Petrobrás
essa potência mundial no setor petrolífero.
Através
da mobilização, os petroleiros conseguiram a criação de um Grupo de Trabalho
para estudar as perdas dos aposentados. Passada a mobilização, a companhia
informou aos aposentados que se limitaria a atender as ações de níveis
transitadas em julgado. A comissão da Anistia também é fruto da pressão da
categoria que conseguiu incluir no último ACT a criação desse grupo exclusivo
para tratar do tema, superando uma década de ausências.
“A
impressão que ficamos é de que a criação do GT dos aposentados foi uma forma da
presidente Maria das Graças Foster ganhar tempo e enrolar os trabalhadores. Não
podemos esquecer que os aposentados são massacrados há 17 anos. E pasmem, nem
as ações transitadas em julgado a Petros está respeitando. Os aposentados reclamam
que a Petros está postergando esse pagamento. Sobre a comissão da anistia,
várias reuniões já foram realizadas sem nenhum resultado prático. Se queremos
mesmo resgatar os direitos dos aposentados e resolver o problemas precisamos
mobilizar toda a categoria, todos os sindicatos e associações em torno dessas
bandeiras. Só com todos nessa luta conseguiremos vitórias”, conclamou Cancella.
*Com
informações da Agência Petroleira de Notícias e do jornal A Nova Democracia.



