(...) "No geral, a posição de países em
relação às movimentações russas varia de acordo com a relação comercial que
cada um tem com a Rússia. A União Europeia depende do gás russo, mas ofereceu
dinheiro à Ucrânia. A proximidade faz a Alemanha parecer comedida, enquanto a
França é mais agressiva, e faz um contraponto à posição alemã. O Reino Unido
tenta falar alto, mas não tomaria medidas econômicas concretas contra a Rússia.
Os EUA batem forte e são a voz mais alta contra os russos, mas a China
permanece em silêncio"
INTRÓITO – Roberto meu filho, formado em direito pela UFRJ, advogado,
seis meses mergulhado nos estudos para conquistar uma Bolsa em uma das mais
conceituadas Universidades da Europa. Viajou para a Inglaterra, mas desceu na Alemanha,
falou com populares e colegas brasileiros que ali estavam, o país neutro no
conflito UCRA/RUSSO, encantado mandou o primeiro MSM, “é uma nação fantástica,
duas guerras perdidas um Muro dividiu os alemães em duas partes e reunificado
resurge das cinzas, para uma exuberante forma de civilização, o único país do
Bloco que contesta a intervenção Russa na Ucrânia. Viajou para a Holanda, outro
deslumbre, sintetizou: não dá nem para comentar, direitos civis, respeitadíssimo,
uma utopia em forma de verdade”.
Retornou mais ávido de conhecimentos no campo do direito, sua
especialização, tese de doutorado Direito Comparado - Direito Internacional
(laureado), vai longe, sua fonte de inspiração os PAÍSES bem sucedidos no
regime democrático, isso ele não discute, democracia e socialismo, em prol de
um mundo pacifico e melhor diagramado em direitos, deveres e renda. Sonha, ainda
enquanto é um jovem de 23 anos,
mas ai está! meu filho construa o mundo do amanhã. Quem viver verá...
Com as reservas de ouro da
Ucrânia, assistimos a um novo capítulo - e escândalo - no conflito deste país da Europa de Leste
e na hegemonia e dominação dos Estados Unidos. As reservas de ouro da Ucrânia
foram transladadas na madrugada da sexta feira passada (7 de março) para os
Estados Unidos, segundo informa o diário russo, Iskra de acordo com fontes de
um ex alto funcionário do Ministério das Finanças ucraniano. Esta informação é
confirmada pelo ex executivo do Goldman Sachs, William Kaye, numa entrevista recolhida pelo King World
News, que salienta que o ouro ucraniano foi levado por um longo período de
tempo.
Os fatos
Aproveitando a escuridão da
noite, às 2h da manhã de sexta feira (7 de março), quatro caminhões e dois minibussem
matrícula chegaram ao aeroporto Boryspil, de Kiev, e transladaram a pesada
carga para um avião. Uma equipa de quinze pessoas, com uniformes negros,
máscaras e metralhadoras, realizaram o transporte das caixas para o avião. Foi
tudo feito com grande pressa e, ao terminar a carga, o avião descolou com
caráter de urgência. No aeroporto não foi facultada nenhuma informação sobre o
sucedido e os funcionários declararam não saber o que estava a ocorrer, ainda
que tenham considerado o facto incomum.
Um ex alto funcionário do
Ministério das Finanças da Ucrânia confirmou que a nova liderança ucraniana,
apoiada pelos Estados Unidos, ordenou o transporte do ouro para a Reserva
Federal desse país. De acordo com o World Gold Council, as reservas de ouro da
Ucrânia eram de 42 toneladas em fevereiro deste ano, equivalentes a quase 2.000
milhões de dólares (de ouro, a 1.370 dólares a onça), que bem podem compensar
os 5.000 milhões de dólares (em bilhetes) com os que Estados Unidos apoiaram a
extrema direita que hoje está no poder ucraniano.
O ouro alemão
O que causa maior assombro é
a rapidez com que os Estados Unidos transladaram o ouro da Ucrânia. Em janeiro
do ano passado, a Alemanha solicitou aos Estados Unidos a, repatriação do ouro
alemão, que está sob custódia da Reserva Federal em Fort Knox. No entanto,
durante todo o ano de 2013, os Estados Unidos apenas liberaram 33 toneladas de
ouro das 1.500 toneladas que guardam da Alemanha. Recordemos que, em finais de
2012, e ante a pressão exercida pela guerra de divisas, o Escritório Federal de
Contas da Alemanha criticou o Bundesbank por não supervisionar adequadamente as
suas reservas de ouro. Os títulos mundiais de ouro dos países em fevereiro de 2014,
de acordo com o World Gold Council, eram as seguintes:
Como assinalamos neste post, o Bundesbank
declarou que todo o ouro alemão deve estar de volta nas abóbadas de Frankfurt
antes de 2020. O que deve ficar bem claro para a Alemanha é que, ao atual ritmo
de 33 toneladas anuais a que os Estados Unidos devolvem o ouro, este país
demorará mais de 40 anos a concretizar o pedido do Escritório de Contas da
Alemanha (ainda que se o fizesse ao ritmo com que saqueou as reservas da
Ucrânia, levaria menos de 15 dias). Os alemães deveriam dizer algo sobre este
tema. O concreto é que se a Ucrânia pediu à Reserva Federal a custódia do ouro
deve ter noção de que este não lhe será devolvido com a mesma velocidade, tal
como está a ocorrer com a Alemanha. Ou seja, o ouro iniciou uma longa viagem,
talvez sem volta.
De acordo com o World Gold
Council, estes são os principais países proprietários de ouro:
Se os Estados Unidos têm
tanto ouro como dizem as estatísticas do World Gold Council, por que não
apressam a devolução do ouro à Alemanha? E por que é que a Alemanha não
pressiona mais os Estados Unidos para a devolução do ouro? Uma resposta curta é
a seguinte: ambos os países pendem por um fio - os Estados Unidos pelo dólar, e
a Alemanha pelo euro. A brecha destas moedas fiduciárias põe em perigo a
hegemonia destes dois países. E a diferença face a outrora é que nenhum deles
pode suportar uma nova guerra para se manter em pé. Há que apelar à simples
fraude às claras. Os Estados Unidos não têm todo o ouro que declaram (pelo
menos, fisicamente), e a Alemanha também não é 100 por cento dona do ouro que
diz possuir. Ambas as falhas se complementam. Por sua vez, a China durante 2013
comprou 40 toneladas de ouro… por semana.
A OTAN NUM PAÍS
DIVIDIDO, NUMA EUROPA PSEUDA NEUTRA E UMA POPULAÇÃO REFÉM DA AMBIÇÃO HUMANA.
Via:
Bruxelas, (EFE).
O Conselho do
Atlântico Norte, a mais alta autoridade da Otan, reunido em Bruxelas para
coordenar sua posição em relação à Ucrânia e à presença militar russa na região
autônoma ucraniana da Crimeia.
O secretário-geral da Otan, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, considera que a situação nessa ex-república soviética "é grave" e nos últimos dias destacou a Moscou que "deve respeitar a soberania da Ucrânia, sua integridade territorial e suas fronteiras, incluindo os movimentos das forças russas na Ucrânia".
Rasmussen também insistiu que "é preciso diminuir o nível das tensões" nessa região.
Nas últimas horas e desde que o presidente russo, Vladimir Putin, obteve a autorização do Senado para enviar tropas para a estabilização da Crimeia, de população de origem russa, as tensões aumentaram.
Em Kiev, o secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia (CDSN), Andrei Parubi, anunciou que o Ministério da Defesa mobilizou os reservistas e ordenou aos comandantes militares pôr em estado de alerta de combate suas unidades perante essa intervenção militar russa na península da Crimeia.
Os embaixadores aliados se reunirão ao término do Conselho Atlântico com a Comissão da Aliança e Ucrânia, o fórum de consultas responsável por abordar os assuntos de segurança comum entre ambas partes, acrescentaram as fontes.
A Comissão OTAN-Ucrânia, estabelecida em julho de 1997, é o órgão responsável de desenvolver as relações entre as duas partes e também de consultas entre os aliados e Kiev em assuntos de segurança de preocupação comum.
A situação dessa região preocupa especialmente a Polônia, aliada e vizinha da Ucrânia, que no sábado reivindicou o respeito da integridade territorial da Ucrânia e exigiu "o fim dos movimentos de tropas provocadoras" nessa região ucraniana.
O ministro das Relações Exteriores polonês, Radoslaw Sikorski, que viajou em várias ocasiões a Kiev nas últimas semanas, assinalou no Twitter que tinha pedido uma reunião da Otan em nível ministerial na próxima semana para tratar a situação ucraniana.
O presidente da Polônia, Bronislaw Komorowski, declarou no sábado que seu país "poderia sentir a ameaça perante uma potencial intervenção militar russa" no país vizinho..
A reunião dos 28 membros do bloco foi convocada de urgência neste sábado pela chefe da política Externa e de Segurança Comum comunitária, Catherine Ashton, "para discutir a resposta da UE a estes desenvolvimentos", segundo um comunicado.
"Lamento a decisão por parte da Rússia no uso das forças armadas da Ucrânia. Trata-se de uma escalada injustificada das tensões", disse Ashton.
O secretário-geral da Otan, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, considera que a situação nessa ex-república soviética "é grave" e nos últimos dias destacou a Moscou que "deve respeitar a soberania da Ucrânia, sua integridade territorial e suas fronteiras, incluindo os movimentos das forças russas na Ucrânia".
Rasmussen também insistiu que "é preciso diminuir o nível das tensões" nessa região.
Nas últimas horas e desde que o presidente russo, Vladimir Putin, obteve a autorização do Senado para enviar tropas para a estabilização da Crimeia, de população de origem russa, as tensões aumentaram.
Em Kiev, o secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia (CDSN), Andrei Parubi, anunciou que o Ministério da Defesa mobilizou os reservistas e ordenou aos comandantes militares pôr em estado de alerta de combate suas unidades perante essa intervenção militar russa na península da Crimeia.
Os embaixadores aliados se reunirão ao término do Conselho Atlântico com a Comissão da Aliança e Ucrânia, o fórum de consultas responsável por abordar os assuntos de segurança comum entre ambas partes, acrescentaram as fontes.
A Comissão OTAN-Ucrânia, estabelecida em julho de 1997, é o órgão responsável de desenvolver as relações entre as duas partes e também de consultas entre os aliados e Kiev em assuntos de segurança de preocupação comum.
A situação dessa região preocupa especialmente a Polônia, aliada e vizinha da Ucrânia, que no sábado reivindicou o respeito da integridade territorial da Ucrânia e exigiu "o fim dos movimentos de tropas provocadoras" nessa região ucraniana.
O ministro das Relações Exteriores polonês, Radoslaw Sikorski, que viajou em várias ocasiões a Kiev nas últimas semanas, assinalou no Twitter que tinha pedido uma reunião da Otan em nível ministerial na próxima semana para tratar a situação ucraniana.
O presidente da Polônia, Bronislaw Komorowski, declarou no sábado que seu país "poderia sentir a ameaça perante uma potencial intervenção militar russa" no país vizinho..
A reunião dos 28 membros do bloco foi convocada de urgência neste sábado pela chefe da política Externa e de Segurança Comum comunitária, Catherine Ashton, "para discutir a resposta da UE a estes desenvolvimentos", segundo um comunicado.
"Lamento a decisão por parte da Rússia no uso das forças armadas da Ucrânia. Trata-se de uma escalada injustificada das tensões", disse Ashton.
Como ocorre em todos os regimes
totalitários, a Rússia bolchevista temia toda e qualquer manifestação de
sentimento nacionalista entre aqueles povos que eram reféns do regime. A
propaganda bolchevique relativa aos direitos das várias nacionalidades dentro
da esfera de influência da Rússia mascarava o temor do regime em relação ao
poder do nacionalismo.
O FIM DA UNIÃO SOVIÉTICA?
Via Países - Por Eduardo Freire -
![]() |
A queda
do muro de Berlim
simboliza o fim do mundo bipolar.
|
Após o término
da Segunda Guerra Mundial, a Europa entrou em um processo de reconstrução, e
não demorou muito para ingressar em um intenso desenvolvimento industrial e
econômico, salvo os países do leste Europeu que nesse mesmo período enfrentou
sucessivas crises de caráter financeiro.
A crítica situação na qual a população convivia ocasionou o surgimento de inúmeros movimentos, decorrentes da imposição do sistema socialista que estava em vigor no bloco de países socialistas liderados pela União Soviética. Todas as formas de manifestações contra o governo e seu regime político era repreendido pelo uso da força, ordenados pelos líderes dos governos dos países em que tais fatos ocorriam, inclusive a União Soviética.
Na segunda metade da década de 80, o sentimento de insatisfação por parte da população atingiu a União Soviética, com isso foi necessária a implantação de inúmeras reformas no território.
Dentre as várias mudanças, uma delas era uma menor interferência por parte dos soviéticos no leste Europeu, desse modo os países que integravam o bloco socialista ganharam sua independência para buscar sua inserção em outras formas de governo, regime político e econômico.
Todas as medidas de mudanças desenvolvidas no leste europeu foram executadas de forma pacífica e levou ao desmembramento do bloco socialista na Europa, proveniente das decisões dos países que integravam o bloco em questão de não dar continuidade ao regime político-econômico oriundo da União Soviética, a partir desse ato buscou estabelecer medidas e reformas com intuito de integrar suas economias internacionalmente no mundo capitalista para que as respectivas nações alcançassem um maior desenvolvimento e oferecessem uma melhor qualidade de vida às suas populações.
Em toda fase de transição dos regimes de governos e a queda do socialismo aconteceram várias transformações e mudanças, no entanto, a mais importante delas ocorreu na segunda metade da década de 80, quando, em 1989, houve a queda do Muro de Berlim, esse fato marcou o fim da Guerra Fria e o começo da implantação de reunificação da Alemanha que no ano seguinte veio a ser executado.
Todas as transformações ocorridas no processo de desmembramento político geraram uma modificação nas relações diplomáticas entre os líderes das nações que integravam o bloco socialista e o governo da União Soviética. Além disso, houve uma intensa dispersão de sentimentos de autonomia na região, derivando a independência de várias Repúblicas em 1991, decretando assim o fim da União Soviética e do mundo bipolar.
A Federação Russa, devido o seu enorme arsenal militar foi designada pela comunidade internacional para ocupar o espaço da ex-União Soviética, reconhecida também pelo Conselho de Segurança Permanente da Organização das Nações Unidas.
Apesar da fragmentação da União Soviética e a unificação da Alemanha, a configuração cartográfica e geopolítica da região não terminou, pois logo depois houve a independência da Tchecoslováquia e da Iugoslávia. Com isso, fica evidente que o leste europeu ainda tem grandes possibilidades de outras fragmentações, principalmente derivados de divergência ética-religiosa. (de colaboradores da tribunaonline).







