EMANUEL CANCELLA -
Debaixo do nariz de Pedro Parente, Arthur Ferrari, diretor do Sindipetro-RJ, e Emanuel Cancella, diretor do Sindipetro-RJ e da FNP, pararam trabalhadores do Edifício da Petrobrás, o Edisen, na Rua do Senado – Centro do Rio, por volta das 12h30min (1).
O Ibama não só cancelou a multa, como demitiu o fiscal que multou Bolsonaro por pesca irregular (2). Já na Petrobrás, Arthur Ferrari, quando diretor do Sindipetro-RJ, fazia rolezinho criticando a gestão de Pedro Parente, inclusive no Edisen, prédio onde Parente era lotado. Veja o vídeo do rolezinho (1).
Nosso guerreiro Arthur Ferrari, ex-diretor do Sindipetro-RJ, agora está ferido, já que foi demitido politicamente por justa causa.
E continua no campo de batalha! Arthur luta em defesa da Petrobrás, da categoria e da soberania nacional. Arthur tem mais de 30 anos de empresa, tendo trabalhado no exterior, nas plataformas, em terminal de dutos e no prédio administrativo.
Em 1988, dezenas de petroleiros foram demitidos no Brasil pela greve da URP, sendo 7 trabalhadores do Rio de Janeiro, todos da oposição, ou seja, não éramos diretores. Botamos então banquinha de solidariedade em frente às unidades da Petrobrás e nenhum demitido do Rio ficou sem um tostão do salário.
Sugiro ao Sindipetro-RJ que abra uma conta específica para o Arthur e divulgue no boletim. A banquinha de sindicalização do sindicato, que roda nas unidades, deve participar da campanha.
Essa resposta à violência da Petrobrás contra nosso companheiro tem que ser imediata.
Eu fui um dos 7 demitidos do Rio e alguns membros de minha família falava:" Quem mandou se meter com sindicato?" E eu respondia então que a categoria estava bancando meu salário. Quando reintegrados, todos os sete devolveram ao Sindipetro/RJ o dinheiro dos salários.
Estamos esperando o quê?
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