REDAÇÃO -
No dia 14 de março de 2018, uma rajada de tiros atingiu a viatura onde seguia Marielle Franco, no centro do Rio de Janeiro. A vereadora pelo PSOL (extrema-esquerda), cuja carreira política estava em fase ascensional, morreu no ataque. O motorista Anderson Gomes também. A terceira passageira, a assessora Fernanda Chaves, sobreviveu sem nenhuma consequência física.
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| Marielle e Fernanda Chaves (Foto: Reprodução) |
Durante uma semana, para assinalar um ano sobre a execução, Fernanda enviou depoimentos áudio ao DN, a partir de uma cidade que prefere não revelar e durante o horário de trabalho de um emprego que também opta por omitir, sobre a noite do crime, a perda da amiga íntima e como o crime afetou a sua vida desde então.
Sobre as investigações, a jornalista de 43 anos age com prudência. “Não devo dar respostas, tenho é o direito de recebê-las.” Mas confessa-se assustada por a polícia suspeitar de uma milícia, o Escritório do Crime,cujos chefes têm forte ligação ao clã Bolsonaro.
Fonte: Diário de Notícias



