Por PEDRO AUGUSTO PINHO -
Talvez para a geração do ano 2000, aqueles jovens que estão deixando a adolescência, seja mais fácil entender um inimigo quase invisível, cheio de recursos, que até parece criação de história em quadrinho japonesa.
Para minha geração, da II Guerra Mundial, é quase absurdo, surrealista, ter um antagonista que ora se apresenta como nacionalista, ora como globalista, ora ditatorial, ora libertário e não haver quem escancare estas contradições.
Trato do sistema financeiro internacional, cujo comando vai, constantemente, se reduzindo a pouquíssimas famílias, hoje se fala em três dúzias, e cujo alcance da ação vai, inversa e sempre crescentemente, se alargando e aprofundando.
Vamos traçar uma breve evolução da banca, desde o início do século XX.
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* Via e-mail. Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado.
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