Por PEDRO AUGUSTO PINHO -
Pensei em escrever uma paródia ao Canto I do poema Vila Rica, do inconfidente Cláudio Manuel da Costa. Haveria tanto simbolismo! um delatado preso e assassinado na prisão, pois queria seu País uma terra livre, terra cujas "riquezas têm derramado por toda Europa e pelo muito que socorrem com a fadiga dos seus habitantes ao comércio de todas as nações" (do prólogo de CMC) e que conclui com a tirania e a maldade que aos pobres levam as denominadas justiças:
"Esse ferro, que agora dependura
Tinto de sangue a fama, te assegura,
* Via e-mail. Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado.



