HELIO FERNANDES –
Iam repetindo a leviandade, parcialidade, inconstitucionalidade, acontecida quando morreu o irmão do ex-presidente. Armaram deliberada confusão, e quando chegou à decisão final, o enterro já havia terminado. Então, como "compensação", o presidente do STF, Dias Toffoli, determinou que o ex-presidente se encontrasse com familiares, num quartel. Inacreditável, lógico, Lula recusou.
Agora, os advogados entraram com pedido de autorização para ir ao enterro de um neto. (De apenas 7 anos, paixão do ex-presidente, lindo, lindo, atingido por meningite. Quando Lula foi preso, estava com o neto no colo, foi afastado violentamente pelos irresponsáveis que executavam a operação).
Agora, os advogados entraram com pedido de autorização para ir ao enterro de um neto. (De apenas 7 anos, paixão do ex-presidente, lindo, lindo, atingido por meningite. Quando Lula foi preso, estava com o neto no colo, foi afastado violentamente pelos irresponsáveis que executavam a operação).
A defesa foi atendida nas varias instancias, mas
espantosamente negado em duas, sendo que numa, concediam, mas queriam que fosse
algemado. A decisão positiva surgiu da administração, que liberou até avião
para leva-lo até SP, e lá, helicóptero, que o transportou até o velório. Na
volta, o mesmo esquema.
Os derrotados, cheios de ódio, entraram com recurso no STF.
O mesmo Dias Toffoli, imediatamente recusou tudo, e ratificou o que estava
decidido.
Não houve manifestação, apesar da presença de grandes
personalidades, e multidão de amigos e correligionários. Só um discurso
emocionante e emocionado, da extraordinária figura de Eduardo Suplicy. Varias
vezes senador, de grandeza insuperável.
O carnaval de Lula, (não de festa, mas de sofrimento)
começou ás 7 da manhã, quando saiu de Curitiba, terminou ás 4 da tarde, quando
voltou. Por decisão dele mesmo.
PS- Não quis aproveitar seu tempo, ás 15 para ás 4, estava
na carceragem.



