Afirmação publica e textual: "Os laranjas do PSL têm
que ser punidos". Ele está garantindo ou pedindo autorização? Isso é da
total competência dos seus dois ministérios, ele fica fingindo de todo poderoso,
e não faz nada.
Vai completar 2 meses de ministro, nenhuma providencia
para investigar o parceiro de Flavio Bolsonaro e dos milicianos, que movimentou
fortunas, e intimado varias vezes, jamais apareceu para se explicar. E passou
descansando 8 dias, em Rio das Pedras, na confortável residência do chefão
miliciano.
E como o ex-magistrado, é eclético no fracasso e na
reviravolta, se humilhou perante deputados.
Na primeira entrevista depois de convidado para dois ministérios,
(ainda não empossado), foi categórico: "Caixa 2 é um crime terrível de
corrupção". Foi á Câmara entregar os projetos, recebido quase com
hostilidade, mudou logo, mudança assustadora: "Caixa 2 é um crime
menor, não intimida como corrupção, deve ser julgado pelo tribunal
regional".
Na hora "fatiou" o projeto, estarrecimento
geral. E o ex-magistrado em plena carreira política, cada vez se afasta
mais da possível presidência da Republica.
ADIADA A TRAMITAÇÃO DA PREVIDÊNCIA
Não chamam mais de reforma, agora é Nova Previdência. Por
causa da confusão estabelecida na CCJ, (Comissão de Constituição e Justiça) tramitação,
só depois do carnaval. Rodrigo Maia, coordenador de tudo, num assomo de sinceridade,
fez duas afirmações, que passam recibo nas inevitáveis dificuldades que estão
enfrentando.
1- O adiamento até que foi bom para nós. Estamos longe
dos 308 votos indispensáveis.
2- Na CCJ, no momento não temos condições de enfrentar
uma votação. O coordenador maior confirma tudo o que venho escrevendo. Mas desagradou
completamente, o farsante e mistificador, Paulo Guedes.
CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA
Estamos terminando a terceira semana do importante
julgamento, "e até as pedras da rua sabiam" (Rui Barbosa), não
haveria decisão, a não ser depois do carnaval. A notícia que continua positiva.
Acabará a impunidade dos criminosos da homofobia. Nenhum ministro do STF,
admite mudar de voto.
DE BOGOTÁ: SEM INTERVENÇÃO
A repórter comentarista Letícia Fernandes, morando na
capital da Colômbia, tinha varias alternativas para cobertura. Preferiu se localizar
onde estavam os que tinham poder e capacidade de decidir, os chanceleres e dois
vice-presidentes, do Brasil e dos EUA. Acertou em cheio, embora os dois
discordassem frontalmente, a grande matéria estava ali.
Que ela descreveu com a clareza e a competência habitual,
correspondendo ao seguinte titulo: "Grupo de Lima rejeita ação militar externa
contra Maduro e aumenta pressão diplomática".
O Globo publicou ontem, quase pagina inteira,
satisfazendo seus leitores, pela publicação dos fatos, e os bastidores, que
produziriam esses fatos, que repercutem no mundo inteiro.



