REDAÇÃO -
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e
Mogi das Cruzes e da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores
Metalúrgicos), Miguel Torres, que exercia o cargo de vice-presidente da Força
Sindical assumiu, nesta terça-feira (5), a presidência da central.
O cargo foi transmitido na sede nacional da Força Sindical,
em São Paulo, em reunião de vice-presidentes da entidade, comandada por Paulo
Pereira da Silva, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), que
licenciou-se, desincompatilizando-se do cargo para dedicar-se às atividades
partidárias e à campanha eleitoral de 2018. O deputado Paulinho é candidato à
reeleição. A indicação de Torres foi aprovada por unanimidade pelos dirigentes
presentes à reunião.
Em suas mensagens, Paulinho e Miguel Torres defenderam o
fortalecimento da unidade na luta contra a lei da Reforma Trabalhista, em
defesa dos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários da classe
trabalhadora.
Defenderam ainda forte mobilização dos trabalhadores com as
suas entidades representativas nas campanhas salariais, pela renovação de todas
as convenções coletivas de trabalho e avanços nas conquistas anteriores. E,
também, ações para reivindicar a retomada do desenvolvimento econômico e
industrial do País, com geração de empregos de qualidade para todos,
distribuição de renda, justiça e inclusão social. (via DIAP)
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Governo Temer pede para STF aplicar mais R$ 506 milhões em multas a transportadoras
De Gerson Camarotti no G1.
A Advocacia Geral da União (AGU) pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para aplicar mais R$ 506,5 milhões em multas a 46 empresas transportadoras.
O valor se refere a multas de R$ 100 mil por hora determinadas em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
A decisão do ministro foi tomada quando a AGU pediu ao Supremo que declarasse ilegal a greve dos caminhoneiros.
Na semana passada, a AGU já havia pedido R$ 141 milhões em multas a 96 empresas e mais R$ 198 milhões em multas a outras empresas transportadoras.
Com os pedidos, o governo faz um gesto para mostrar força às empresas e, além disso, que reagirá a novas tentativas de paralisação. (…)



