REDAÇÃO -
Deputado Eduardo Consentino da Cunha, ano de 2015, presidente da Câmara Federal, terceiro homem na sucessão do país.
Responsável por administrar o Parlamento, coube a Cunha colocar em votação o processo de impeachment que resultou na queda de Dilma Rousseff. Ele próprio foi cassado logo em seguida, acusado de corrupção na Lava Jato. Ocupava o principal gabinete do bloco D da Câmara.
Detento Eduardo Consentino da Cunha, ano de 2017, preso por decisão do juiz Sergio Moro.
Condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, é integrado à equipe de presidiários que distribui as marmitas do Complexo Médico Penal de Pinhais. Cabe a ele entregar as quentinhas dos internos que necessitam de dieta especial. Ocupa a cela 607 da sexta ala. (via Folha Online)
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Juiz manda apreender celulares de Geddel e “arrombar portas e cofres”
O juiz Vallisney de Souza, de Brasília, determinou a apreensão dos celulares do ex-ministro Geddel Vieira Lima no despacho em que concedeu a prisão preventiva dele.
O juiz autoriza a Polícia Federal a ‘forçar entrada e arrombar portas e cofres, na hipótese de resistência de seu cumprimento’. E também ‘autoriza empregar força contra coisas existentes e todos os meios legais para o cumprimento do mandado’. (via Coluna do Estadão)
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Governo de boçais: secretário de Temer diz que Shakespeare era um “grande filósofo alemão”
Da coluna de Ancelmo Gois no Globo:
Veja como a gafe parece institucionalizada na equipe de Temer, que, dia destes, chamou a Rússia de “União Soviética”, o monarca da Noruega de “rei da Suécia”, e por aí vai.
Ontem, no Rio, o secretário nacional de Juventude, Assis Filho abriu um evento citando “o grande filósofo alemão, William Shakespeare”.
O constrangimento foi geral.



