27.3.14

DILMA ARROGANTE AMANHECE NA ALVORADA COM A VISITA DE SEU AGENTE FUNERÁRIO COM NOTÍCIA DO CNI/IBOPE. PROJETO INSANO DE PODER DO PT/DILMA E LULA SE DESMANCHANDO. PETISTAS ENTRAM EM ERUPÇÃO. LULA Atende ao TELEFONE E IMPORTANTE ALIADO PEDE: VOLTA LULA

ROBERTO MONTEIRO PINHO -

Ou seja: Dilma/PT, Lula, em bancarrota total, e agora ensaiam “o show já terminou”, e vão comemorar as lágrimas ao sabor do churrasco do Friboi.

O governo Dilma Rousseff entrou na descendente, e a avaliação da sua administração, se bom ou ótimo caiu sete pontos percentuais, para 36%, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada no dia 27 (quinta-feira). De acordo com o instituto a queda foi observada em todos os estratos da população. A confiança na presidente também caiu de 52% para 48%. A aprovação pessoal da presidente diminuiu para de 56% para 51%. Em suma: Dilma/PT e Lula vão ter que reconversar atitudes, planos e conceituação sobre o que pensam os brasileiros. Esse grupo político com toda soberba, vai ter que aprender a não subestimar o sentimento que tomou conta da nação, de que precisamos de um Brasil sério.
A pesquisa CNI/Ibope trás mais detalhes. O número de entrevistados que considera o governo Dilma pior que o de Lula aumentou de 34% para 42%. Os dois governos são considerados iguais por 46% dos entrevistados. Aumentou também o pessimismo em relação ao fim da gestão da presidente. A parcela da população que considera que o final do governo será ruim ou péssimo passou de 21% para 28%. Entre os que acham que o restante do governo será ótimo ou bom caiu de 45% para 36%. Ou seja: Dilma/PT, Lula, em bancarrota total, e agora ensaiam “o show já terminou”, e vão comemorar as lágrimas ao sabor do churrasco da Friboi.
Volta Lula é a saída dos desconsolados petistas.
Popularidade em março de 2013 era de 78%. Três meses depois milhões nas ruas mostram a cara de um novo país, rebelde, mas com causa.

Revelou a pesquisa CNI/Ibope, “a popularidade da presidente Dilma Rousseff bateu novo recorde e atingiram 79% no mês de março de 2013, Já em dezembro de 2012, a popularidade da presidente era de 78%. Em 2013, três meses depois da deslumbrada pesquisa, as ruas estavam coalhadas de brasileiros, nos cartazes e faixas, o aumento do preço da passagem e a qualidade dos transportes, mas também ávidos por mudanças, num basta a hipocrisia e desmando dos governantes, Congresso e Judiciário.

Se o mensalão não respingou em Dilma, com certeza salpicou Lula com suas tintas, afinal, Dirceu e Genoíno são íntimos do ex-presidente. Blindado no mensalão o Poder que domina os passos da nação, suturou a ferida de Lula enquanto dava tempo, o julgamento se arrastou propositalmente, ele deixou o governo e se isolou, e quando veio o desfecho, os holofotes jamais iluminam seu personagem. Mas agora juntando mensalão, o escândalo da Petrobrás, as doações de dinheiro para o governo cubano e de Angola, Dilma/PT e Lula entram em plano de esfacelamento, um descola de outro, e a presidenta com certeza poderá até ser isolada pelos petistas.

Na verdade Dilma tem tropeçado em problemas na economia e na política. Sua performance administrativa está mais para um encouraçado à deriva que uma embarcação a vela, a navegar tranquila.  Não sabe articular, tudo bem! papel que Lula se incumbe. Na política oferece números maquiados, pinçados em planilhas que sabe Deus de onde vieram os dados, sendo tamanhas as grosseiras formas de informações, que até um leigo pode duvidar.  A turma do “volta Lula” festeja a queda da confiança em Dilma, sem dúvida existe o desejo cada vez maior no PT e no empresariado cúmplices do governo, para que Dilma caia nas pesquisas e o ex-presidente seja chamado a entrar na disputa eleitoral de outubro.

Na semana passada, quando indagados sobre a possibilidade de uma candidatura de Lula em 2014, auxiliares de Dilma respondiam com uma pergunta: “Você viu a pesquisa?”. Informou um articulista político em seu blog. Era referência ao levantamento do Ibope que mostrava estabilidade nas intenções de voto para a Presidência, com o cenário folgado de vitória de Dilma no primeiro turno. Agora o grupo Dilma/Aliados e Lula repensam e reexaminam seus planos de Poder.