20.2.14

OS ATAQUES QUÍMICOS QUE OS EUA NÃO COMENTAM. A JOGADA DE ROMÁRIO. CADÊ AS VIGAS DA PERIMETRAL?

DANIEL MAZOLA -

Para justificar ataques a outros países, governantes dos EUA são mestres em contar mentiras. Geralmente usam como artifício o argumento que “escondem” armas químicas, e até atômicas. Mas são eles os maiores responsáveis por essa corrida armamentista, que tomou proporções inimagináveis com o fim da Segunda Guerra Mundial.

Daí em diante, muitos crimes foram cometidos, ou apoiados, pelos Estados Unidos da América, em nome da “democracia” e do “mundo livre”, utilizando essa monstruosa e poderosa ferramenta de destruição em massa. Conheça os ataques químicos que os EUA se negam a comentar e que tanto mal fizeram a humanidade:

1 - O Exército norte-americano no Vietnã.

Durante a guerra, no período de 1962 até 1971, as Forças Armadas dos EUA despejaram cerca de 20 milhões de galões – 88,1 milhões de litros aproximadamente - de armamento químico no país asiático. O governo vietnamita estima que mais de 400 mil pessoas morreram vítimas dos ataques; 500 mil crianças nasceram com alguma deficiência física em função de complicações provocadas pelos gases tóxicos. E o dado mais alarmante: mais de um milhão de pessoas têm atualmente algum tipo de deficiência ou problema de saúde em decorrência do Agente Laranja - poderosa arma química disparada durante o conflito.

2 - Israel ataca população palestina com Fósforo Branco.

Segundo grupos ligados aos direitos humanos - como Anistia Internacional e Human Rights - o material altamente venenoso foi disparado em 2009 contra civis de origem palestina em território israelense. O Exército negou na época o uso de armas químicas. No entanto, alguns membros das Forças Armadas admitiram os disparos.

3 - Washington atacou iraquianos com Fósforo Branco em 2004.

Jornalistas que participaram da cobertura da Guerra do Iraque reportaram que o Exército norte-americano utilizou armas químicas na cidade de Fallujah. Inicialmente, os militares se justificaram dizendo que o material serviu apenas para “iluminar o local ou criar cortinas de fumaça". No entanto, o documentário “Fallujah, o massacre encoberto”, do diretor Sigfrido Ranucci, apresenta evidências do ataque com depoimentos com membros das Forças Armadas dos EUA admitindo o episódio. Crianças e mulheres foram as principais vítimas.

4 - CIA ajudou Saddam Hussein a massacrar iranianos e curdos em 1988 com armas químicas.

Documentos da Inteligência norte-americana divulgados uma década depois revelam que Washington sabia que Saddam Hussein utilizava armas químicas na guerra Irã-Iraque. Mesmo assim, continuou colaborando com o presidente iraquiano. No começo de 1988, em específico, Washington alertou Hussein do movimento de tropas iranianas. Usando a informação, foi feito um ataque químico que massacrou tropas do Iraque em um vilarejo povoado por curdos. Cerca de cinco mil pessoas morreram. Outras milhares foram vítimas de complicações em decorrência dos gases venenosos.

5 - EUA realizaram testes químicos em bairro pobre e negro de St Louis.

No começo da década de 50, o Exército norte-americano organizou um teste de militar em alguns bairros populares de St. Louis - caracterizados por ter maioria negra. O governo disse aos moradores que realizaria um experimento com fumaças de iluminação "contra ameaças russas". No entanto, a substância atirada na atmosfera continha gases sufocantes. Após os testes, um número grande de pessoas da região desenvolveu câncer. Não há informações oficiais do número de pessoas vítimas do ataque químico.

6 - Exército norte-americano bombardeou tropas iraquianas com armas químicas em 2003.  

A cruzada de Washington à procura de armas nucleares teve episódios de disparos químicos contra os militares iraquianos, que acabaram atingindo civis. Durante 2007 e 2010, centenas de crianças nasceram com deficiências. “As armas utilizadas no confronto no Iraque destruíram a integridade genética da população iraquiana”, afirmou na ocasião Cristopher Busby, o secretário do comitê europeu de Riscos de Material Radioativo.

7- Japoneses são massacrados com Napalm entre 1944-1945.

Em 1980, a ONU (Organização das Nações Unidas) declarou que a utilização do Napalm (um tipo de álcool gelatinoso de alto grau de combustão) seria a partir de então considerada crime de guerra dado o efeito absolutamente devastador da substância. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Exército norte-americano derrubou sobre os japoneses o suficiente para queimar 100 mil pessoas, deixar mais um milhão feridas e destruir milhares de residências.

Esses fatos sinistros e tenebrosos não são relembrados ou divulgados, não viram filmes com orçamentos milionários, não são alvo de análises e debates nos meios de comunicação de massa. É a ditadura do pensamento único. Até quando?

A jogada de Romário

O deputado e ex-craque Romário (PSB/RJ), que está sempre cercado por holofotes, confirmou que vem candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro.

Vascaíno doente, Sérgio Cabral Filho, não gostou, ficou muito chateado, PT da vida com um dos seus maiores ídolos. Agora, Cabralzinho terá que dividir a bola dos votos com Romário, pela única vaga ao senado.

O desgovernador do Estado já sabe que é candidato a ficar sem emprego político, e pior (para ele), sem imunidade parlamentar, o que pode custar muito caro ao milionário político.

O atacante continua tirando o sono dos adversários em jogos decisivos, agora na política. Além de cabralzinho, quem deve ficar apavorado com a jogada política de Romário é o Pinóquio-carreirista Eduardo Paes.

O baixinho enxerga a jogada lá na frente. O verdadeiro lance de Romário não é o emprego de 8 anos no Senado. A eleição majoritária deste ano é apenas um treinamento para a disputa, daqui a dois anos, pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

Romário aposta que consegue chegar facilmente ao Palácio da Cidade. Sua estratégia de campanha para 2016 já está em campo. Cabrazinho e Paes já sabem que correm o risco de levar o maior drible político de suas carreiras, nas duas próximas disputas contra o consagrado craque do futebol. Torcedores-eleitores e holofotes não faltarão.

Manifestação dos alunos da Gama Filho e UniverCidade

Ontem (19/02), por volta das 19h30, cerca de mil pessoas entre elas, estudantes, professores e funcionários da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), saíram às ruas para reivindicar a intervenção do governo federal nas duas instituições.

A proposta de transferência assistida apresentada pelo Ministério da Educação (MEC) tem problemas graves: não dá garantias nem aos estudantes, nem aos professores e funcionários. Recentemente, em reunião em Brasília, a bancada federal do Rio de Janeiro aderiu à luta e se comprometeu a conseguir uma reunião com a presidenta Dilma.

O Relator da CPI do Ensino Superior Privado no RJ, que investigou e constatou diversas irregularidades administrativas e financeiras no setor, Robson Leite destacou: 

 “Na Gama Filho e na UniverCidade são 2600 empregos e mais de 15 mil estudantes que representam, na verdade, a ponta de um iceberg. Não há nenhuma garantia de que os alunos, professores e funcionários não voltarão a viver os mesmos problemas nas novas instituições. É preciso regulamentar o ensino superior privado".

Cadê as vigas da perimetral?

Vamos fazer os cálculos! São 6 vigas. Cada uma tem 40 metros de comprimento, o equivalente à altura de um prédio de três andares. Peso total das seis vigas: 120 toneladas. Vamos ressaltar o valor: R$ 14,000,000,00

Todas essas vigas desapareceram sem NENHUMA testemunha sequer. Não apareceu um vídeo, nenhuma gravação foi feita em alguma das centenas de câmeras em todo o Rio de Janeiro??? INACREDITÁVEL!!! 

É impressionante como esse caso foi esquecido. Quem roubou toneladas em aço que valem milhões? Não foi uma barra de ouro, foi preciso usar carretas enormes. Uma coisa é certa, está protegido atrás de uma cortina de impunidade e solidariedade, é gente muito graúda!