DANIEL MAZOLA –
O polêmico ex-jogador
de futebol, Diego Maradona, declarou em vídeo divulgado pela Telesur o seu
apoio ao governo de Nicolás Maduro e revelou que está disposto a ser
"soldado da Venezuela”.
Após assinar
contrato como comentarista esportivo da Copa do Mundo com a Telesur, Maradona
gravou vídeo onde, além de manifestar sua solidariedade ao governo liderado por
Maduro, denuncia que existe uma campanha de mentiras sobre a real situação do
país venezuelano.
Diego Maradona declarou:
"Desde já, digo aos venezuelanos e venezuelanas e ao Presidente Maduro,
que estamos vivendo todas as mentiras que estão dizendo e criando os
imperialistas. Que eu estou disposto a ser um soldado da Venezuela para o que
mandem, porque a verdade que estes senhores, se é que posso dizer senhores, já
dão nojo, por isso creio na Venezuela”.
Não é surpresa
o apoio de Maradona ao Governo de Maduro. Em 2013, após a morte de Hugo Chávez,
Maradona participou de comício do até então candidato Nicolás Maduro e declarou
"Com Maduro vamos seguir a mesma linha de não sermos pisados por ninguém. O
povo nas urnas no domingo tem que reafirmar os conceitos de Chávez através de
Nicolás”.
Adidas cancela venda de camisas com conotação
machista
Material
seria usado na Copa e foi retirado do ar após pressão nas redes sociais por
parte de organizações feministas e repúdio do governo brasileiro.
A empresa de material esportivo
Adidas teve que se retratar com o publico brasileiro, ontem, após lançar duas
camisetas comemorativas da Copa do Mundo no Brasil. O material foi acusado de
ser machista e de incentivar o turismo sexual no país.
Dezenas de organizações feministas se mobilizaram e criticaram o material nas redes sociais. O governo brasileiro também se posicionou contra a multinacional alemã.
Dezenas de organizações feministas se mobilizaram e criticaram o material nas redes sociais. O governo brasileiro também se posicionou contra a multinacional alemã.
O Ministério do Esporte usou sua
página no facebook para responder a campanha da empresa e publicou adaptações
nas imagens em que a bunda feminina é substituída por um rosto sorridente e a
da garota de biquíni por uma baiana.
Além do Ministério, a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) lançou nota em que repudiou “veementemente” o tom das camisetas. O presidente da empresa, Flavio Dino, declarou que a campanha “vai no sentido contrário do que o Brasil defende”. “Tal atitude contraria a política de promoção oficial do país e contribui indiretamente para a prática de crimes, como a exploração sexual de crianças e adolescentes”.
Além do Ministério, a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) lançou nota em que repudiou “veementemente” o tom das camisetas. O presidente da empresa, Flavio Dino, declarou que a campanha “vai no sentido contrário do que o Brasil defende”. “Tal atitude contraria a política de promoção oficial do país e contribui indiretamente para a prática de crimes, como a exploração sexual de crianças e adolescentes”.
Em seu twitter oficial, Dona Dilma
Rousseff declarou que o “Brasil está feliz em receber os turistas que chegarão
para a Copa, mas também está pronto para combater o turismo sexual”.
A Adidas, que é patrocinadora oficial da Copa, declarou que retirou os produtos das prateleiras e que as camisetas eram uma edição limitada para o público estadunidense.
A Adidas, que é patrocinadora oficial da Copa, declarou que retirou os produtos das prateleiras e que as camisetas eram uma edição limitada para o público estadunidense.
Precisamos denunciar e repudiar qualquer relação
entre os ícones nacionais e imagens com apelo sexual. Regulamentarmos a
profissão, com os benefícios da lei, pondo fim à hipocrisia milenar, é o mais sensato. O Brasil não pode continuar sendo destino de turismo sexual.
Bancada
do PSOL recusa convites para a Sapucaí
Nem tudo na política
é igual, nivelado por baixo e sujo. Os vereadores do PSOL protocolaram ofício, terça-feira
(25), recusando os convites para o camarote da Câmara Municipal e os demais
ingressos para outros setores do sambódromo.
O vereador
Renato Cinco (PSOL), que está no segundo ano de mandato e devolveu pela segunda
vez o "mimo" da Liga das Escolas de Samba, lembrou: "É antiético
recebermos presentes de quem temos que fiscalizar".
2014:
o ano que ainda não começou
Através de eficiente e atuante Assessoria, o vereador Renato Cinco comunicou que na abertura das
sessões plenárias, no dia 17 de fevereiro, a vereadora Teresa Bergher (PSDB)
apresentou um Projeto de Lei Complementar requerendo a redução do recesso
legislativo. “Sobre este assunto, é importante primeiramente afirmar que somos
contra os três meses de férias por ano para os vereadores e que apoiamos o
projeto da parlamentar”.
Assessores
ressaltaram que o gabinete teve os trabalhos suspensos apenas nas festas de fim
de ano, ficando aberto ao público durante janeiro e fevereiro. Caso raríssimo nos
gabinetes da Casa Legislativa. Já o vereador Renato Cinco (PSOL) tirou férias
em duas etapas: de 1 a 15 de janeiro e de 4 a 13 de fevereiro. Nos demais dias,
Cinco trabalhou no gabinete ou acompanhando atividades políticas externas, como
o Encontro Estadual Antiproibicionista e o Acampamento da Juventude
Anticapitalista.
Assim como o
mandato do vereador, também repudio o extenso recesso da Câmara Municipal do
Rio de Janeiro. Não encontro justificativa para os parlamentares terem férias
diferentes do resto dos trabalhadores. Do Natal ao Carnaval, essa classe de
privilegiados, não bate ponto. BASTA, e parabéns ao vereador.
Moradores protestam contra mega-barragem
Hoje (27),
agricultores e moradores do município de Cachoeiras de Macacu (RJ) estão
protestando contra o projeto de construção de uma mega-barragem da refinaria do COMPERJ no rio Guapiaçu. Entre os
principais impactos negativos da obra estão a remoção de centenas de
agricultores familiares e de assentamentos da reforma agrária implantados na
região desde os anos 60.
O município, localizado no norte do Rio de Janeiro, é considerado o
segundo maior polo agrícola do estado e abastece a região metropolitana. Caso a
barragem seja construída, serão menos seis mil empregos e um prejuízo econômico estimado em
100 milhões de reais por ano à cidade. Outra consequência seria o
alagamento de extensas terras produtivas e de floresta remanescente da Mata
Atlântica.
De acordo com o ecologista Sérgio Ricardo, a obra, que é uma compensação
ambiental da Petrobras, está em processo de licenciamento sem ouvir as
comunidades impactadas. Além disso, os estudos apresentados são extremamente
precários e com informações manipuladas sobre a vazão do rio.
Ainda segundo o
ecologista, não foi analisada a proposta alternativa apresentada pela
comunidade, que é o aproveitamento de aproximadamente quatro
barragens que já existem na região e são administradas pela Companhia Estadual
de Águas e Esgotos (CEDAE). Essas barragens estariam abandonadas há 20 anos e
teriam uma vazão superior a do rio Guapiaçu e com água de mais qualidade.
Os moradores de Cachoeiras de Macacu não se negam a ceder a água para os
municípios da região metropolitana, porém isso não pode ser feito com um empreendimento que vai gerar um crime ambiental e um desastre
econômico.
Além do protesto
que pretende fechar a rodovia RJ 122, já está marcada uma audiência pública no
próprio município no dia 21 de março.



