EMANUEL CANCELLA -
Chamou atenção da sociedade o arranca-rabo entre Moro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Moro queria acelerar a tramitação de seu projeto anticrime e Maia não concordava.
Maia falou, na ocasião, que o projeto do Moro era “copia e cola” e que Moro não era presidente e sim funcionário de Bolsonaro (1).
No dia seguinte, o sogro de Maia, o ex-ministro Moreira Franco, foi preso.
Se Moro continuasse juiz poderia tranquilamente investigar o Queiroz e a relação fortíssima do clã Bolsonaro com as milícias, mas como ministro de Bolsonaro, ou como funcionário do presidente, como falou Maia, fica difícil.
Mas se o Moro não pode, cadê a Policia Federal e o MP? Está tudo dominado?
A mídia, principalmente a Globo, esqueceu o Queiroz e a milícia. Só quem está falando das promiscuidades de Bolsonaro é a mídia estrangeira.
Moro, quando chefe da Lava Jato, chamou os procuradores americanos para investigar a corrupção na Petrobrás, que tal chamar o FBI para investigar o Queiroz e o clã Bolsonaro (2)?
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