10.11.15

O TERROR NÃO PARA

WILSON DE CARVALHO -


Motorista e bandido mortos em assalto a ônibus. Apenas mais um dos cinco mil registrados neste ano. Só no Rio de Janeiro. Nos trens pessimamente administrados pela SuperVia, protegida pelo governador, a exemplo de outras concessionárias, outro assalto, com morte do marginal. O segundo em 24 horas, entre os dias 5 e 6. Surpreendeu não ter havido assalto nestes últimos dias no Metrô, para se somar aos anteriores desta outra péssima concessionária.

Providências ?

Só promessas mentirosas após as tragédias. É só verificar as estações. Segurança só na Central do Brasil e contra possíveis reações de passageiros. No metrô, os mesmos funcionários habituais. Grandes e de preto para intimidar. OS PASSAGEIROS... E o governador, que afirmou há poucos meses, em manchete no Extra, estar satisfeito com a Supervia? O que faz? Nada.

O secretário estadual de transportes, deputado eleito, desqualificado para a função, idem. O secretário municipal, também deputado e desqualificado, idem. A sociedade os elege para o trabalho nas Câmaras e não para ocupar secretarias, conforme acontece em quase todas elas. Em todo o país, o que é pior. O filho do Cabral é secretário estadual de esportes, lazer e juventude.

Recentemente, com o governador, abriu mão de mais de R$ 400 milhões que a Odebrecht, envolvida no Lava-Jato, teria que gastar em obras para garantir a concessão do Maracanã. E fiquemos de olho, pois poderão dar dinheiro à outra péssima concessionária, a das barcas, a CCR, que alega prejuízo. Muitos culpam a sociedade por não saber votar. Mas como, se os políticos mudam, salvo raríssimas exceções, ou demonstram incapacidade como é o caso do governador do Estado do Rio? Agravado pela obrigação de seguir o esquema Cabral, que tem outro aliado, o louco e irresponsável prefeito do Rio. Caos, caos, caos. Especialmente no Rio.

Acorda sociedade. Esses caras só têm compromisso com eles próprios e a carreira política. E me perdoem se o texto não agradou, pois escrevi eletricamente, tomando um tempo que não tenho, mas movido pela indignação.