HELIO FERNANDES -
A decisão de anteontem, libertando totalmente o pecuarista Dumlay, e o ex-tesoureiro Genu, do PP, não só acendeu o sinal de alerta, como remeteu a lembranças de um passado não muito distante. E obrigatoriamente trouxe para o primeiro plano, um personagem corruptissimo e altamente perigoso para a democracia: Eduardo Cunha.
Foi ele que descobriu e colocou nos órgãos de comunicação, a fragilidade e as consequentes facilidades dessa Segunda Turma. Tendo perdido a presidência da Câmara, e na iminência de ser cassado, divulgou com o maior espalhafato, todos publicaram, lógico: "Na Segunda Turma tenho 2 votos, e o terceiro está a caminho".
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