Via UGT e DIAP -
Considerando a necessidade urgente do aumento dos níveis de emprego, as Centrais Sindicais convocam todos os dirigentes, para o Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e pela Garantia de Direitos, a ser realizado em 16 de agosto de 2016, em todo o Brasil e reivindicam a adoção das seguintes medidas, como formas de combater o desemprego, gerar mais empregos e manter os direitos e as conquistas dos trabalhadores e das trabalhadoras:
Ø Redução da taxa de juros que viabilizem a retomada do crescimento industrial;
Ø Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários;
Ø Retomada do investimento público e privado em infraestrutura produtiva, social e urbana, ampliando os instrumentos para financiá-la;
Ø Retomada e ampliação dos investimentos no setor de energia, como petróleo, gás e fontes alternativas renováveis, em especial a Petrobrás e o Pré-Sal;
Ø Destravamento do setor de construção, através de instrumentos institucionais adequados, que garantam a manutenção das atividades produtivas e dos empregos nas empresas do setor;
Ø Criação de condições para o aumento e manutenção da produção e das exportações da indústria de transformação;
Ø Adoção e aprofundamento de políticas que deem sustentação ao setor produtivo, de adensamento das cadeias e reindustrialização do país, com contrapartidas sociais e ambientais;
Ø Incentivos às políticas de fortalecimento do mercado interno para incrementar os níveis de produção, consumo, emprego, renda e inclusão social. (Fonte: UGT)
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Sindicalistas reforçam unidade e preparam ato forte dia 16
As
Centrais Força Sindical, CUT, UGT, CTB, Nova Central e CSB, em unidade de ação,
realizarão, no próximo dia 16, uma grande mobilização denominada “Dia Nacional
de Mobilização e Luta pelo Emprego e Garantia de Direitos”.
Durante os atos, que ocorrerão em vários Estados
brasileiros, as Centrais vão divulgar um documento, aprovado no final de julho
em assembleia realizada entre as entidades, em São Paulo.
A situação caótica pela qual atravessa a economia
brasileira, com juros altos, inflação, insolvência de empresas e uma taxa de
desemprego prestes a ultrapassar a casa dos 12 milhões de pessoas sem trabalho,
é de total contrariedade com as forças conservadoras que, indiferentes à
gravidade do atual cenário econômico, ainda pregam uma jornada de trabalho de 80
horas semanais.
O documento elaborado pelas Centrais propõe, entre
outras demandas, a redução dos juros e da jornada semanal de trabalho, a
retomada do investimento público e privado em infraestrutura, e também no setor
de energia; e o destravamento do setor da construção civil e pesada.
E, principalmente, que os setores mais retrógrados do
governo e do empresariado irrompam a escuridão da crise econômica que tanto nos
penaliza, e iluminem, de forma objetiva, as esperanças da classe trabalhadora
brasileira. (Fonte: DIAP)



