Para o jovem professor universitário, colunista de jornais cariocas, estudante de pós-graduação, o movimento de maio de 1968, na França, pareceu uma questão de poder, pelas ambições de uma geração que não queria apenas repetir o que seus pais já haviam conquistado. Com a distância destes 50 anos, entendo ser uma manobra que os Estados Unidos da América (EUA), com problema da impopular guerra no Vietnã e das drogas, consumidas pelas suas gerações destinadas ao Poder, enfrentavam com a grande difusora cultural - França - conduzida pelo líder nacionalista Charles De Gaulle, que trocava notas de dólar por ouro.
![]() |
| Paris, 1968 (Reprodução/Google) |
Leia mais em OPINIÃO



